segunda-feira, 1 de abril de 2013
A construção da Imagem Cinematográfica
A técnica de veiculação da imagem, desenvolvida principalmente
pela linguagem cinematográfica e muito usada na propaganda ideológica e
comercial, também é fonte de manipulação ideológica. Durante e após a Segunda
Guerra Mundial, o próprio cinema foi muito utilizado pelos americanos com
objetivos publicitários. Cidadão Kane, considerado um dos melhores filmes de
todos os tempos, é um bom exemplo do uso da linguagem cinematográfica.
Fonte:
BOCK, Ana M. Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEITA, Maria de Lourdes Teixeira.
Psicologias - Uma Introdução ao Estudo da Psicologia 13ª Ed. São Paulo: Ed.
Saraiva 1999.
Persuasão e Subjetividade
O principal mecanismo psicológico utilizado pelos
publicitários e por profissionais da mídia é a persuasão. Trata-se de um mecanismo de convencimento que pode ou
não ultrapassar as bases racionais da difusão de uma mensagem.
Utiliza-se uma informação objetiva, garantindo a veracidade
do que é informado. Quando um locutor de TV diz que, de acordo com informações
do satélite meteorológico, há previsão de que chuvas fortes no decorrer do dia,
consideramos a informação verdadeira e nos preparamos para o evento.
É possível e frequente a utilização de recursos de base
irracional (de fundo emotivo), que são associados ao conteúdo cognitivo da
mensagem. Tal forma de convencimento tenta persuadir o receptor da mensagem
mais pelo campo da subjetividade do que pelo da objetividade da informação. A
publicidade tornou-se a área da comunicação que mais explora esse recurso. A
técnica mais comum é de associar um determinado valor social ao produto anunciado.
A publicidade utiliza-se de um recurso que não percebemos
claramente, mas ele é insistentemente utilizado: Uma marca de bebida associa-se
ao padrão de masculinidade; Um perfume promete conquistas amorosas; Um
achocolatado oferece um mundo de diversões.
Ao expor o apelo sexual ou conteúdos que são restringidos aos
vários segmentos sociais, a propaganda oferece um objeto de desejo imaginário
(uma relação inconsciente), que se concretiza no produto anunciado. O produto
não é motivo de restrição e, ao mesmo tempo, faz alusão ao desejo proibido ou
de difícil realização (o conteúdo que foi recalcado no inconsciente no processo
de desenvolvimento de uma cultura).
Fonte: BOCK, Ana M. Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEITA, Maria de Lourdes Teixeira. Psicologias - Uma Introdução ao Estudo da Psicologia 13ª Ed. São Paulo: Ed. Saraiva 1999.
O quarto Poder
Em
Madeline, Califórnia, um repórter de televisão (Dustin Hoffman) que está em
baixa, mas já foi um profissional respeitado de uma grande rede, está fazendo
uma cobertura sem importância em um museu de história natural quando testemunha
um segurança demitido (John Travolta) pedir seu emprego de volta e, não sendo
atendido, ameaçar a diretora da instituição com uma espingarda. Ele nada faz
com ela, mas acidentalmente fere com um disparo acidental um antigo colega de
trabalho. O repórter, de dentro do museu, consegue se comunicar com uma
estagiária que está em uma caminhonete nas proximidades, antes de ser
descoberto pelo ex-segurança, que agora fez vários reféns, inclusive um grupo
de crianças que visitavam o museu. Em pouco tempo um pedido de emprego e um
tiro acidental se propagam de forma geométrica, atraindo a atenção de todo o
país. O repórter convence ao segurança que este lhe dê uma matéria exclusiva e
promete em troca comover a opinião pública com a triste história do guarda
desempregado. É a sua chance de se projetar e voltar para Nova York, mas nem
tudo acontece como o planejado. Os fatos são manipulados pela imprensa e tudo
sai do controle, pois apenas altos salários e índices de audiência contam e a
verdade não é tão importante assim.
Reportagem sobre a manipulação da mídia sobre a Síria
Quando
se lê acerca de crimes de estado ao longo de muitos anos, é tentador tentar
compreender a mentalidade dos líderes políticos. O que se passa realmente nas
suas cabeças quando ordenam sanções que matam centenas de milhares de crianças?
O que estará nos seus corações quando travam guerras desnecessárias que
estilhaçam milhões de vidas? Serão eles desesperadoramente cruéis,
descuidadamente estúpidos? Imaginam eles que estão a viver numa espécie de
inferno onde atos monstruosos têm de ser cometidos para evitar resultados ainda
piores? Serão eles indiferentes, centrados nos seus ganhos políticos e econômicos
a curto prazo? Serão eles moralmente resignados, sentindo-se como
essencialmente impotentes face a forças políticas e econômicas invencíveis
("Se eu não fizer isto, algum outro o faria".)?
Perguntas
semelhantes vêm à mente quando os governos dos EUA e Reino Unidos, mais uma
vez, levantam o espectro de "armas de destruição em massa" (ADM) para
demonizar um alvo para a "mudança de regime", desta vez na Síria. O
que realmente se passa nas mentes de pessoas que sabem exatamente que a mesma
trama foi denunciada como uma fraude cínica há apenas uns poucos anos atrás?
Será que vêm o público com desprezo? Estarão a rir-se de nós? Estarão a jogar a
única carta que consideram disponível para eles; uma carta que sabem que
funcionará de modo imperfeito, mas que tem de ser jogada?
Nos EUA, a NBC comentou:
"Responsáveis
dos EUA contam-nos que os militares sírios estão prontos esta noite a utilizar
armas químicas contra o seu próprio povo. E tudo o que precisariam é a ordem
final do presidente sírio, Assad".
O observador dos
media estado-unidenses Fairness and Accuracy in Reporting (FAIR) perguntou :
"Então de onde vem esta nova informação?" A resposta familiar e
agourenta: "De responsáveis anónimos do governo a falarem para jornais
como o New York Times ". Isto, por exemplo:
"Responsáveis
da inteligência ocidental dizem que estão a colher novos sinais de actividade
em sítios na Síria que são utilizados para armazenar armas químicas. Os
responsáveis estão incertos sobre se as forças sírias podem estar a preparar-se
para utilizar as armas num esforço final para salvar o governo ou simplesmente
a enviar uma advertência ao Ocidente acerca das implicações de proporcionar
mais ajuda aos rebeldes sírios.
Para ler a reportagem completa: http://www.marchaverde.com.br/2012/12/a-manipulacao-da-midia-na-guerra-siria.html
As 10 estratégias de Manipulação das Massas
Um vídeo produzido por um individuo do grupo Anonymous, esse que se afirma como um grupo subversivo e de contornos anárquicos em sua estrutura. Nesse vídeo cita as 10 estratégias de manipulação de massa mais decorrentes. Não possui uma fundamentação teórica clara, mas contribui para o debate de ideias.
Uma defesa da publicidade e da mídia em massa
Por que a mídia de massa é nossa salvação?
Sem desmerecer as necessárias mudanças que as novas mídias operam,
a massa tem valor por motivos de economia de escala.
a massa tem valor por motivos de economia de escala.
A retórica inflamada é uma arma irresistível, principalmente quando falamos das mudanças que a internet opera no comportamento das pessoas e nas relações sociais e econômicas. Namorar com o radicalismo decretando a morte da mídia de massa e a falência da publicidade é o parque de diversão de muitos críticos. Nem sempre conseguimos calibrar nossos fluxos opinativos para encontrar alternativas menos dolorosas e preferimos o terrorismo verbal. Esse foi um mea-culpa.
Um fenômeno curioso começa a operar nos bastidores das grandes discussões a respeito do futuro da propaganda, que poderíamos chamar de complexo do nano sucesso?.
Funciona mais ou menos assim: como está cada vez mais difícil, (por variadas razões), criar nababescas campanhas para grandes marcas com imensas repercussões em audiências colossais, um reflexo psicológico nos leva a supervalorizar idéias com abrangências microscópicas.
Um flashmobzinho, um viralzinho e outros inhos (não só na internet o álibi barato) mobilizam recursos e expectativas muitas vezes desproporcionais ao efeito alcançado. Os festivais de publicidade, espertamente, já premiam, há muito tempo, essas pequenezas brilhantes.
Alcançar audiências de um dígito na televisão é fácil, gigantesco feito é conseguir dois dígitos, múltiplos da dezena, sem recorrer às baixezas que excitam os instintos.
Sem desmerecer as necessárias mudanças que as novas mídias operam, a massa tem valor por motivos de economia de escala. É do DNA do nosso sistema produzir para muita gente. O volume de vendas financia por exemplo a inovação e o preço baixo que desejamos. E para que haja muita gente consumindo, precisamos comunicar para elas. E não será produzindo pequenos soluços criativos que as agências de propaganda irão sobreviver. Até porque o custo fixo de uma agência de propaganda é basicamente composto de recursos humanos e inhos custam o mesmo que ãos?.
Podemos inverter a equação também: nano iniciativas de comunicação alcançam nano públicos que geram nano receitas para as empresas.
Talvez tenha chegada a hora de encontrar soluções inteligentes e criativas para as mídias de massa e para a propaganda de massa ao invés de desistir tão rapidamente.
Esse desafio é nossa salvação (e em parte a do sistema que até hoje nos abençoou) e não o nano sucesso de nossa vaidade.
Maior diretor da rede globo confirma que houve manipulação na eleição de 89
Uma revelação bombástica do maior executivo da história das organizações Globo aconteceu na última semana. José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, afirmou que ajudou o então candidato Fernando Collor de Mello nas eleições presidenciais de 1989.
A declaração reacendeu a polêmica sobre o que a Globo fez para interferir no resultado da primeira eleição presidencial que Lula disputou.
Aos 76 anos, Boni, que já foi o homem mais poderoso da Rede Globo, abaixo apenas do dono Roberto Marinho, lançou um livro de memórias. E durante uma entrevista ao canal Globo News, da própria Globo, ele fez uma revelação surpreendente sobre a história recente do Brasil.
Para conferir a reportagem completa, clique no link: http://entretenimento.r7.com/famosos-e-tv/noticias/maior-diretor-da-rede-globo-confirma-que-houve-manipulacao-nas-eleicoes-de-89-20111204.html
Teoria do Newsmaking
Os
valores da noticia, a teoria do newsmaking estuda o que deve ou não ser levado
em consideração no momento de investigar e produzir informações que serão
“entregues” ao público, levando em consideração que um profissional tem o poder
de conduzir todas as informações de forma corretas até o público receptor das
mesmas. Assim, estudando a rotina dos meios de comunicação o newsmaking explica
as informações que são lançadas por pelos veículos, cada veículo segmentando diante
seus interesses; sociais, ambientais, políticos e etc.. Desta maneira, explica
a utilização das informações que chegam até os centros de produção, até o
deadline de um veículo jornalístico.
A partir do que o grupo apresentou, podemos
destacar que o newsmaking traz consigo os critérios de noticiabilidade, aonde
se encaixa o critério contextual: pragmática da produção da notícia; o que deve
ser realçado, omitido ou priorizado. Proximidade e relevância dos fatos também
são fatores que se fazem necessário na hora da criação do material informativo,
uma vez que se as informações não forem de relevância mundial, você
dificilmente ficará sabendo do assassinato ocorrido do outro lado do mundo.
Neste exemplo, a informação não seria divulgada no Brasil, a menos que a vítima
fosse o presidente de algum país, ou algum outro personagem influente.
Segundo Wolf (apud RIOS 2008, p. 4) em A teoria do
newsmaking e a influência da Internet no cotidiano dos jornalistas: estudo de
caso das editorias de Cultura da Paraíba“O produtor é visto como
um Middle Man (Homem Central), obrigado a movimentar-se entre negociações
constantes que com o staff (corpo admnistrativo) quer como o network (redes de
contato), para conseguir um produto aceitável para todos.”
A partir dos autores, podemos compreender a
importância deste estudo diante as necessidades e o peso das informações
durante a produção do material informativo pelos jornalistas. Estes
profissionais são vistos como confiáveis - muitas vezes são vistos como
detentores da verdade absoluta (o que não é verdade), mas mesmo assim, é algo
que inspira muita responsabilidade durante as entrevistas com as fontes.
Informações precisas são importantes para o profissional, assim como manter uma
boa rede de relacionamentos para realizar um bom trabalho, já que apenas o
jornalista não pode descobrir a pauta, correr atrás das informações e ser a fonte.
Teoria do Gatekeeper (Teoria do Guardião)
O termo Gatekeeper significa “Guardião do portal”. Só por essa
definição já podemos notar claramente que a teoria repousa sobre o processo de
produção e seleção de notícias, partindo da ação pessoal do profissional da
área: o jornalista – mais especificamente na função de editor, já que a figura
do Gatekeeper mostra um agente que decide o que se transformará efetivamente em
fato ou acontecimento noticiado, ou se serásimplesmente descartado.
Em termos acadêmicos, sabe-se
que a Teoria do Gatekeeper é uma das primeiras a surgir na literatura
específica do jornalismo. Seus contornos foram traçados na década de 1950, por
David Mannig White. O pesquisador acompanhou a rotina do “Mr. Gate”, um edior
não identificado, para entender como se dava os critérios de noticiabilidade e
entender porque as noticias são como são.
White chegou à conclusão de
que o processo de escolha é extremamente subjetivo, apesar dos pressupostos de
objetividade do jornalismo. E que o editor, em última instancia, representa um
funil que seleciona as notícias, decidindo arbitrariamente o que seria ou não
publicado. Ou seja, White descreveu que o jornalista baseia-se em seu próprio
conjunto de experiências, atitudes e expectativas.
Críticas à Teoria do
Gatekeeper
De uma forma geral, as
críticas dos estudiosos da área recaem na visão limitada de White em querer
analisar todo o jornalismo simplesmente a partir da figura do editor ou
jornalista. Isso porque, dessa forma – apesar das teorias atuais não negarem a
subjetividade da profissão – as análises do Gatekeeper não consideram fatores
externos que influenciam nas decisões do profissional.
Enfim, a questão
organizacional, a linha editorial, o público alvo, audiência, concorrência
entre outros fatores importantes ficam de fora. Um claro exemplo é a semelhança
dos produtos jornalísticos, como os jornais impressos ou os telejornais que
possuem quase o mesmo leque de cobertura noticiosa, com os mesmos assuntos.
Uma das primeiras teorias que
contestaram as afirmações de White foi a Teoria Organizacional, mostrando as
influências do ambiente de trabalhos sobre o jornalista.
Teoria do Agendamento
Teoria do Agendamento ou Agenda-setting theory, no original, em
inglês, é uma teoria de Comunicação formulada por Maxwell McCombs e Donald Shaw na década de 1970. De acordo com este pensamento, a mídia determina
a pauta (em inglês, agenda) para a opinião
pública ao destacar determinados temas e
preterir, ofuscar ou ignorar outros tantos.
As
ideias básicas da Hipotese do Agendamento podem ser atribuídas ao trabalho de Walter Lippmann, um proeminente jornalista
estadunidense. Ainda em 1922, Lippmann propôs a tese de que as pessoas não
respondiam diretamente aos fatos do mundo real, mas que viviam em um pseudo-ambiente composto pelas "imagens em nossas
cabeças". A mídia teria papel importante no fornecimento e geração destas
imagens e na configuração deste pseudo-ambiente.
A premissa básica da teoria em
sua forma moderna, entretanto, foi formulada originalmente por Bernard Cohen em 1963: "Na maior parte do
tempo, [a imprensa] pode não ter êxito em dizer aos leitores como pensar, mas é
espantosamente exitosa em dizer aos leitores sobre
o que pensar" (pág.13).
Ao estudarem a forma como os veículos de
comunicação cobriam
campanhas políticas e eleitorais, Shaw e McCombs constataram que o principal
efeito da imprensa é pautar os assuntos da esfera pública, dizendo às pessoas não
"como pensar", mas "em que pensar". Geralmente se refere ao
agendamento como uma função da mídia e não como teoria (McCombs & Shaw,
1972)
Contexto e Fundamentos
A teoria explica a correspondência entre a
intensidade de cobertura de um fato pela mídia e a relevância desse fato para o
público. Demonstrou-se que esta correspondência ocorre repetidamente.
Acredita-se que o agendamento ocorra porque a imprensa
deve ser seletiva ao noticiar os fatos. Profissionais
de notícias atuam como gatekeepers (porteiros)
da informação, deixando passar algumas e barrando outras, na medida em que escolhem
o que noticiar e o que ignorar. O que o público sabe e com o que se importa em
dado momento é, em grande parte, um produto dogatekeeping midiático.
A função de agendamento é um processo de três
níveis:
1. Media Agenda (Agenda Midiática) -
questões discutidas na mídia
2. Public Agenda (Agenda Pública ou da
Sociedade Civil) - questões discutidas e pessoalmente relevantes para o público
3. Policy Agenda (Agenda de Políticas
Públicas) - questões que gestores públicos consideram importantes
Um dos debates entre pesquisadores são as questões
de causalidade: é a agenda midiática que pauta a agenda da sociedade, ou o
contrário? Iyengar e Kinder estabeleceram uma relação de causalidade com um
estudo experimental no qual identificaram que o priming, a clareza
da apresentação e a posição eram todos determinantes da importância dada a uma matéria de jornal. Entretanto, a questão
de se há influência da agenda pública na agenda midiática continua aberta a
questionamentos.
Conceitos Importantes
·
Gatekeeping - controle sobre a seleção
do conteúdo exercido pela mídia e pela imprensa
·
Priming -
no agendamento, a ideia de que a mídia atrai atenção para alguns aspectos da
vida política em detrimento de outros (Baran & Davis, 2000).
·
Framing ou Enquadramento -
apresentação de conteúdo de forma a orientar sua interpretação em certas linhas
predeterminadas
·
Time-lag ou Intervalo
temporal - o período que decorre entre a cobertura informativa dos
meios de comunicação de massa e a agenda do públlico (variável dependente).
Propaganda de Guerra - Videos
Segue alguns videos que complementa nossa secção a respeito da propaganda de guerra, essa que é feita através da mídia de massa. Nessa época a principal utilizada era o rádio, mas a partir da segunda guerra a televisão já era utilizada, inclusive influenciando as crianças (o segundo vídeo é um desenho do pato Donald)
Como funciona a propaganda de guerra?
Propaganda
de guerra
A propaganda de guerra estreou durante a Primeira Guerra Mundial (em
inglês).Tanto a Grã-Bretanha quanto a Alemanha usaram a propaganda para
alcançar o apoio dos EUA. A Alemanha estava tentando alcançar a simpatia dos
cidadãos americanos descendentes de alemães, mas perdeu o contato direto com o
público americano. Como resultado, a simpatia pela Grã-Bretanha aumentou, e o
apoio ao esforço de guerra seguiu a tendência.
Sob o regime de Hitler, a propaganda foi usada em
sua extensão máxima. As informações disponíveis aos alemães eram limitadas as
que mostravam os nazistas sob um ponto de vista favorável. A ideia era eliminar
a oposição através de uma falta de informação e documentos que não sustentassem
as filosofias nazistas eram queimados. Enquanto isso, rádios eram
vendidos a preços baixíssimos para que fosse possível a todos ouvir os
discursos de Hitler. Os filmes também facilitaram o alastramento das metas
nazistas; nesses filmes, os judeus eram comparados a ratos, Hitler era
retratado como uma figura quase divina e os alemães em outras partes do mundo
eram retratados como vítimas de terríveis abusos [fonte: History Learning Site -
em inglês].
A propaganda mexeu cada vez mais com as emoções das
pessoas durante aSegunda Guerra Mundial (em
inglês). Embora as transmissões de rádio, filmes e outros meios fossem
ferramentas de comunicação populares, os pôsters tiveram um renascimento graças
ao simples fato de que eles podiam ser colados em qualquer lugar, mesmo em
igrejas e locais de trabalho. Mais do que isso, os pôsters eram eficientes: A
maioria das pessoas lembram das figuras mais claramente do que das palavras
[fonte: Visual Culture -
em inglês]. Esses pôsters faziam a guerra parecer elegante, retratando os
homens como heróis e as pessoas em seus lares como a espinha dorsal da nação.
Um dos maiores objetivos da propaganda da Segunda Guerra Mundial era estimular
o alistamento militar, como mostram os famosos pôsters de "Eu Preciso de
Você!" retratando o Tio Sam. Imagens masculinas e máquinas potentes também
eram retratadas em vários pôsters para exibir a força da América [fonte: Powers of Persuasion -
em inglês].
A propaganda de guerra serviu para motivar as
pessoas que permaneciam na nação a aumentar a produção das fábricas, que havia
sido reduzida quando tantos homens foram para o campo de guerra. Famosos
ícones, como Rosie, a Rebitadeira estimularam as mulheres a cumprirem com seu
dever em tempo de guerra trabalhando em fábricas. As mulheres eram retratadas
nesses pôsters como capazes e femininas, como no pôster em que se dizia,
"Saudades não farão que eles voltem mais cedo, arranje um emprego de
guerra!" [fonte: Powers of Persuasion -
em inglês].
Para ler o artigo completo: http://pessoas.hsw.uol.com.br/propaganda4.htm
Teoria Crítica
Historicamente,
a teoria crítica identifica-se com o grupo de investigadores que frequentou o
Institut für Sozialforschung, de Frankfurt. Fundado em 1923, este Instituto
torna-se um centro importante, adquirindo a sua identidade definitiva com a
nomeação de Max Horkheimer para seu director. Com o advento do nazismo, o
Instituto (conhecido, na época, como Escola de Frankfurt) é obrigado a fechar e
os seus representantes principais emigram, primeiro para Paris, depois para
várias universidades americanas e, finalmente, para o Institute of Social
Research, em Nova lorque. Reaberto em 1950, retoma a sua actividade de estudo e
pesquisa, prosseguindo na atitude teórica que o tinha distinguido desde o
início e que motivara a sua originalidade, isto é, na tentativa de fundir o
comportamento crítico nos confrontos com a ciência e a cultura com a proposta
política de uma reorganização racional da sociedade, de modo a superar a crise
da razão.
A identidade
central da teoria crítica configura-se, por um lado, como construção analítica
dos fenômenos que investiga e, por outro, e simultaneamente, como capacidade
para atribuir esses fenómenos às forças sociais que os provocam. Segundo este
ponto de vista, a pesquisa social levada a efeito pela teoria crítica, propõe-se
como teoria da sociedade entendida como um todo; daí, a polémica constante
contra as disciplinas sectoriais, que se especializam e diferenciam
progressivamente campos distintos de competência. Procedendo assim, essas
disciplinas - vinculadas à sua correcção formal e subordinadas à razão
instrumental - desviam-se da compreensão da sociedade como um todo e, por
conseguinte, acabam por desempenhar um função de manutenção da ordem social
existente. A teoria crítica pretende ser o oposto, pretende evitar a função
ideológica das ciências e das disciplinas sectorializadas.
Aquilo que, para
estas últimas, constitui «dados de facto» é, para a teoria crítica, produto de
uma situação histórico-social específica: «os factos que os sentidos nos
transmitem são prefabricados socialmente de dois modos - através do carácter
histórico do objecto percebido e através do carácter histórico do órgão perceptivo.
Nem um nem outro são meramente naturais; são, pelo contrário, formados por meio
da actividade humana» (Horkheimer, 1937, 25, citado em Rusconi, 1968).
Denunciando a
separação e a oposição do indivíduo em relação à sociedade como resultante
histórica da divisão de classes, a teoria crítica confirma a sua tendência para
a crítica dialéctica da economia política. Consequentemente, o ponto de partida
da teoria crítica é a análise do sistema da economia de mercado: «desemprego,
crises económicas, militarismo, terrorismo, a condição global das massas - como
é sentida por elas - não se baseia nas possibilidades técnicas reduzidas, como
era possível no passado, mas em relações produtivas já não adequadas à situação
actual» (Horkheimer, 1937, 267).
Dentro das aquisições
fundamentais do materialismo marxista, a originalidade dos autores da Escola de
Frankfurt (de Horkheimer a Adorno, de Marcuse a Habermas) consiste em
enfrentarem as temáticas novas que se aproveitam das dinâmicas societárias da
época como, por exemplo, o autoritarismo, a indústria cultural e a
transformação dos conflitos sociais nas sociedades altamente industrializadas.
«Através dos fenómenos supra-estruturaís da cultura ou do comportamento
colectivo, a "teoria crítica" pretende penetrar no sentido dos
fenómenos estruturais, primários, da sociedade contemporânea, o capitalismo e a
industrialização» (Rusconi, 1968, 38).
É nesta
perspectiva que, segundo a teoria crítica, todas as ciências sociais que se
reduzem a meras técnicas de pesquisa, de recolha, de classificação dos dados
«objectivos, vedam a si próprias a possibilidade de verdade, na medida em que,
programaticamente, ignoram as suas intervenções sociais. É necessário
«libertar-se da pobre antítese de estática e dinâmica sociais que se manifesta
na actividade científica, em primeiro lugar, como antítese de doutrina
conceptual da sociologia geral, por um lado, e como empirismo sem
conceptualização, por outro» (Horkheimer - Adorno, 1956, 39).
A teoria crítica
propõe-se realizar aquilo que escapa sempre à sociologia ou que para a
sociologia sempre remete, ou seja, uma teoria da sociedade que implique uma
avaliação crítica da própria construção científica.
A sociologia
transforma-se em crítica da sociedade no momento exacto em que não se limita a
descrever as instituições e os processos sociais e a reflectir sobre eles para,
pelo contrário, os confrontar com a vida daqueles a que se sobrepõem as
instituições e de que eles próprios vêm a fazer parte das mais variadas maneiras.
Quando a reflexão sobre o que é a «sociedade» perde de vista a tensão existente
entre instituições e vida, e procura, por exemplo, dissolver o social no
natural, não faz um esforço para a libertação da pressão das instituições: pelo
contrário, corrobora numa segunda mitologia, a ilusão idealizada de qualidades
inatas que faria realçar aquilo que surge precisamente por intermédio das instituições
sociais (Horkheimer - Adorno, 1956, 36).
Ou, como diz
mais enfaticamente Marcuse,
«os fins
específicos da teoria crítica são a organização de uma vida em que o destino
dos indivíduos seja dependente não já do acaso e da cega necessidade de
incontrolados laços económicos, mas da realização programada das possibilidades
humanas» (Marcuse, 1936, 29, citado em Rusconi, 1968).
Fonte: WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Ed. Presença, 1999.
Teoria Funcionalista
Numa
visão global a respeito dos meios de comunicação, a teoria
funcionalista estuda as
funções que tais mídias exercem na sociedade. É uma área de conhecimento que
investiga sobre os conflitos que podem ser gerados pelas mídias de massa
relativo ao nível de normalidade e necessidade de uma sociedade.
Trata-se
de um estudo sociológico no setor de comunicação , principalmente sobre o
“mass media”
(mídia de massa). A teoria funcionalista estuda o equilíbrio entre indivíduos e
veículos e todo o sistema de transmissão de conteúdo englobado.
É
funcionalista por tentar entender a função de cada meio comunicativo e a lógica
na problemática social. Relativo ao indivíduo considera o nível social da
pessoa atingidas por determinada mídia, o prestígio veiculado nessa relação e
as possíveis resistências de recepção do que é veiculado.
Há o
estudo de “disfunções narcotizantes”, resultado de excessos na exposição
de informações e conteúdos. Nesse campo de estudo, há a análise do nível de
satisfação, ou seja, a atividade seletiva e interpretativa do receptor de uma
mídia, se o que ela oferece atinge de fato às suas reais necessidades.
A teoria
sempre defende que a existência de uma mídia deve ser submetida a uma
necessidade, existência influenciada por demandas sociais. A teoria
funcionalista esteve ligada a estudos desenvolvidos nos
EUA, e aos teóricos da Escola de
Frankfurt, na Alemanha.
Na Escola
de Frankfurt, as questões acerca da comunicação de massa estiveram ligadas a
previsões apocalípticas. Nos EUA, os seus conceitos são muito próximos ao da
filosofia positivista.
A Teoria
Estrutural Funcionalista foi desenvolvida por
Harold Lasswell em sua preocupação de analisar e associar ligação entre os
meios de comunicação e o seu público. A teoria de Lasswell tinha como princípio
quatro perguntas básicas : quem diz? Em qual meio? Para quem? E com qual
consequência?
Essas
perguntas buscavam localizar o poder político dos meios e analisar a
relevância de seus conteúdos emitidos. Visavam também subdividir os objetivos
de cada mensagem no primeiro momento e nos momentos seguintes.
Na
análise social de cada meio, visava acompanhar o cumprimento cultural e
educativo de uma mídia de massa como instrumento social. A partir dos estudos
de Lasswell, iniciou-se uma corrente de estudos e pesquisas nas função dos
veículos de comunicação de massa na sociedade.
A teoria
aborda constantemente a relação indivíduo, sociedade e mídia de massa, numa
preocupação com o equilíbrio do sistema social . Há uma visão orgânica da
sociedade, sobretudo, dinâmica na busca por harmonia entre os três elementos da
relação.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_funcionalista
http://www.unaerp.br/comunicacao/professor/renato/arquivos/funcionalismo_tc2.pdf
Vídeos sobre a Industria Cultural
Alguns vídeos explicando o que é industria cultural, sendo que o ultimo é um contraponto às teorias mais críticas.
O discurso Autoritário
Essa é a formação discursiva por excelência persuasiva. Conquanto no discurso polêmico também haja persuasão, é aqui que se instalam todas as condições para o exercício de dominação pela palavra. Aquilo que se convencionou chamar de processo de comunicação (eu-tu-eu) praticamente desaparece, visto que o tu se transforma em meio receptor, sem qualquer possibilidade de interferir e modificar aquilo que está sendo dito. É qualquer possibilidade de interferir e modificar aquilo que está sendo dito. É um discurso exclusivista, que não permite mediações ou ponderações. O signo se fecha e irrompe a voz da "autoridade" sobre o assunto, aquele que ira ditar verdades como num ritual entre a glória e a catequese. O discurso autoritário lembra um circunlóquio: como se alguém falasse para um auditório composto por ele mesmo. É na forma discursiva que o poder mais escancara suas formas de dominação. Enquanto o discurso lúdico tendem a um maior ou menor grau de polissemia, o autoritário fixa-se num jogo parafrásico, ou seja, repete uma fala já sacramentada pela instituição: o mundo do diálogo perdeu a guerra para o mundo do monólogo.
A sociedade moderna está fortemente impregnada desta marca autoritária do discurso. A persuasão ganhou força de mito. Afinal, a propagada é ou não é a alma do negócio?
O discurso autoritário é encontrável, de forma mais ou menos mascarada, na família: o pai que manda, sob a máscara do conselho; na igreja, o padre que ameaça sobre a guarda de Deus; no quartel: o grito que visa a preservar a ordem e a hierarquia; na comunicação de massa: o chamado publicitário que tem por objetivo racionalizar o consumo; há, ainda, longos etecéteras a serem percorridos.
Fonte: Adilson Citelli. Linguagem e persuasão. São Paulo, Ática, 1985.
Teoria dos Efeitos Limitados
Teoria dos Efeitos Limitados é um modelo de teoria da comunicação, também conhecido como Teoria Empírica de Campo. Diz respeito a toda a midia de massa do ponto de vista da sua capacidade de influência sobre o público e da influência mais geral das relações sociais, da qual a mídia de massa é apenas uma parte delas. Nesta teoria, que consiste em associar os processos comunicativos de massa às características do contexto social em que estes realizam, é possível distinguir duas correntes; a primeira é ao estudo da composição diferenciada dos públicos e dos seus modelos de consumo da comunicação de massa. A segunda, compreende as pesquisas sobre a mediação social que caracteriza esse consumo.
Achamos um vídeo no youtube de uma turma da UFC (Universidade Federal do Ceará) fez para a disciplina Teorias da Comunicação I. O vídeo é muito bom e muito elucidativo. Vale muito a pena conferir!
Poder da Comunicação
Nesse vídeo o autor da definições e conceitos de comunicação e descreve algumas táticas e recursos dos comunicadores de massa. Aborda fatos como a queda do World trade Center, regime nazista, queda do muro de Berlim dentre outros fatos.
Teoria da Persuasão
O
modelo comunicacional da Teoria Empírico-Experimental (ou da Persuasão)
permanece semelhante ao da Teoria Hipodérmica, mas com a adição do fator
psicológico. Assim, sua formula representa uma revisão da relação mecanicista e
imediata do E→R (Estímulo → Resposta), para a seguinte formula: E→FP→R
(Estímulo→Fatores Psicológicos→Resposta).
Ao enxergar dessa forma, a abordagem de
estudo deixa de ser global – baseado na crença de que todo estímulo gera uma
reação (behaviorista) – para se tornar direcionada com o intuito de entender
qual a melhor maneira de aplicar a comunicação com sucesso persuasivo e
entender os eventuais insucessos dessas tentativas.
Ou seja, a Teoria Empírico-Experimental (ou
da Persuasão) acredita que a persuasão (objeto da pesquisa) é algo possível de
se alcançar. Assim, para que os efeitos esperados sejam alcançados, a
comunicação deve-se adequar aos fatores pessoais do destinatário. Portanto,
diferente da Teoria Hipodérmica, não toma como irrelevante as características
pessoais do destinatário.
Usos
Assim como a teoria hipodérmica, a teoria
empírico-experimental faz parte do grupo das chamadas pesquisas administrativas (Comunication Research) da Escola
Americana de Comunicação. Foi aplicada como suporte para campanhas eleitorais,
informativas, propagandísticas e publicitárias. Seu uso tem duração definida,
com objetivos claros. Ela é intensa, pode ser avaliada e é usada por
instituições dotadas de poder e autoridade.
Pressupostos para aplicação
O processo para a aplicação da Teoria
Empírico-Experimental obedece a observação mais pormenorizada a dois itens:
1) O destinatário (audiência)
2) Fatores ligados a mensagem
Esses dois itens foram destrinchados em
alguns princípios que, segundo a teoria, pode garantir o sucesso da campanha
persuasiva.
1) Fatores
ligados ao destinatário (audiência)
a) O interesse do indivíduo em
querer adquirir informação. Isso
significa que para existir sucesso numa campanha, é necessário que o próprio
público queira saber mais sobre o assunto que está sendo transmitido.
b) Exposição seletiva. Trata-se de saber escolher quais
veículos de informação irão atingir o público-alvo com maior precisão. Exemplo:
rádio? Televisão? Também serve para os produtores dos veículos descobrirem seus
públicos e saber o que eles querem ver, ouvir ou ler.
c) Percepção seletiva – os indivíduos não se expõem aos
Meios de Comunicação num estado de nudez psicológica, pois são revestidos e
protegidos por predisposições existentes. Como exemplo, as crenças religiosas,
ideologias liberais ou conservadoras, partidarismo, preconceitos, empatias com
o emissor etc.
d) Memorização seletiva – o indivíduo tende a guardar somente
aquilo que é mais significativo para ele em detrimento dos outros valores
transmitidos, chamados aqui de secundários. Mas também pode ocorrer o efeito
latente, onde a mensagem persuasiva não tem efeito algum no momento imediato em
que é transmitido, mas com o passar do tempo, o argumento rejeitado pode passar
a ser aceito.
2) Fatores relativos à mensagem
a) A
credibilidade do comunicador. Estudos mostram que a mensagem a
mensagem atribuída a uma fonte confiável produz uma mudança de opinião
significativamente maior do que aquela atribuída a uma fonte pouco confiável.
Mas a pesquisa não descarta que, mesmo na fonte não confiável, pode ocorrer o
efeito latente.
b) A
ordem das argumentações. A maior força de um dos argumentos
influenciam a opinião numa mensagem com múltiplos pontos de vista. Fala-se que
um efeito primicy caso se verifique a maior eficácia dos
argumentos iniciais. E efeito recency,
caso se verifique que os argumentos finais são mais influentes.
c) O
caráter exaustivo das argumentações. Tenta argumentar um assunto de
forma exaustiva até esgotá-lo para convencer a opinião pública.
d) A explicação
das conclusões de um determinado fato/acontecimento. Chama-se alguém
com autoridade no assunto, para analisar um acontecimento ou fato, mas não há
dados suficientes se esse tipo de persuasão realmente ocorre.
Conclusão
A Teoria Empírico-Experimental afirma que
pode haver influência e persuasão na comunicação. Mas a influência e a
persuasão não são indiscriminadas e constantes. Ou seja, não ocorre pelo
simples fato de acontecer o ato de comunicar, como cria a Teoria Hipodérmica.
Assim, a pesquisa empírico-experimental observou que deve ser atendida a
necessidade de atenção ao público-alvo e suas características psicológicas.
Dessa forma, ela acredita que a comunicação pode obter efeitos consideráveis.
Sugestão Bibliográfica
Wolf. Mauro. Teorias das Comunicações de
Massa. Martins Fontes
Luiz C. Martinho, Vera França e Antonio
Hohlfeldt. Teorias da Comunicação: conceitos, escolas e tendências.
Cidadão Kane
Baseado na vida do magnata das comunicações William
Randolph Hearst, conhecemos a historia de Charles Foster Kane, o homem que
construiu um império a partir do nada, mas que vivia uma vida pessoal
extremamente ruim. Vencedor do Oscar de melhor roteiro é considerado um dos
filmes mais importantes da historia.
Aqui também trazemos um videocast explicando o motivo de o Cidadão Kane ser considerado uma das maiores criações da historia do cinema. Ele detalha o enredo, o contexto histórico, os efeitos visuais e muitas outras coisas.
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