domingo, 31 de março de 2013

Teoria Hipodérmica


Em tempo de guerra, a imprensa pode ser vista sob duas óticas: como vítima do sistema governamental predominante – afinal, está sob censura –, ou como parceira oportunista, o que dispensa explicações. O fato é que o período pressupõe manipulação das informações, com o intuito de moldar a opinião pública.

A Primeira Guerra Mundial (1914-1919) motivou o surgimento da primeira teoria crítica da comunicação de massa. A teoria hipodérmica pretendia indicar quais os efeitos provocados pelos mass media, em especial a propaganda. Alguns intelectuais até mesmo a definem como teoria da propaganda e sobre a propaganda.

Para compreender a teoria hipodérmica, faz-se necessário conhecer o contexto em que ela se insere. Com a Revolução Industrial (século 19), a sociedade ocidental sofreu profundas transformações: de comunitária passou a contratual. Inicia-se aí o conceito da sociedade de massa, formulado em 1830 pelo positivista Augusto Comte e aperfeiçoado por Herbert Spencer, Ferdinand Tönnies e Émile Durkheim, seus contemporâneos.


Psicologia behaviorista


Caracterizada pelo isolamento psicológico de seus membros, predominância da impessoalidade e da obrigação social forçosa, a idéia de sociedade de massa é de fundamental importância para o entendimento da teoria hipodérmica. Difere-se da massa do pão e circo romano, pois inclui em sua alienação a presença constante dos veículos de comunicação.

Enquanto a produção intelectual emergia, os mass media ampliavam seu alcance. Os governantes dos países em guerra, com destaque para britânicos e estadunidenses, viram nas novas instituições excelentes canais para divulgar suas idéias patrióticas e nacionalistas. Era necessário unificar as pessoas do mesmo país, torná-las comprometidas com a ideologia governamental.

A propaganda e o cinema mostraram-se irrepreensíveis para essa função. Discursos, cartazes, fotos, filmes e até mesmo noticiários telegráficos foram utilizados para manipular a opinião pública. Os cidadãos comuns foram persuadidos a amar sua pátria e odiar a do vizinho, a comprar a idéia da guerra. Para isso, os comunicadores se basearam em mentiras e distorções sensacionalistas. Funcionou.

Terminada a guerra, deu-se início a uma análise do ocorrido. Diante dos resultados obtidos e do conceito de sociedade de massa, chegou-se à conclusão de que qualquer conteúdo exibido pela mídia atingiria os indivíduos de maneira uniforme. Todos os receptores responderiam às mensagens midiáticas sem questionar ou sugerir visões diferentes – como robôs.

Assim, enxergou-se a mídia como uma arma poderosíssima, capaz de moldar a opinião pública conforme os interesses do comunicador. Deu-se a essa idéia o nome de "teoria hipodérmica" ou "teoria da bala mágica". Ambos os termos remetiam à psicologia behaviorista – bastaria injetar uma injeção no corpo para que este respondesse a seu efeito, ou metralhar um organismo para que este se debilitasse.


Mentiras e distorções


Obviamente, a teoria hipodérmica é por demais simplista para ser aceita sem restrições. Inexperientes no quesito "mídia", os primitivos teóricos da comunicação desconheciam o poder das diferenças individuais. Todavia, a teoria foi amplamente aceita: havia os indiscutíveis efeitos da propaganda na guerra.

Com o passar do tempo e a difusão das idéias a respeito dos mass media, os estudiosos abandonaram a teoria hipodérmica, considerando-a obsoleta. Seus postulados, porém, foram utilizados para a construção de novas teorias. Chegou-se ao consenso de que a mídia não poderia alcançar a mesma resposta de todos os receptores; poderia, sim, prever variadas espécies de comportamento.

Quanto aos efeitos resultantes da guerra, não houve uma resposta satisfatória para todos: alguns teóricos concluíram que haveria outras explicações para o resultado, desconhecidas até então; em contrapartida, outros estudiosos questionaram se a agulha proposta pela teoria hipodérmica realmente não foi injetada nos organismos.

Detenho-me nesta última premissa. É fato que os cidadãos do início do século 20 desconheciam as técnicas de persuasão da mídia. Até mesmo o termo "propaganda" não tinha o significado de hoje. Assim, não é ilógico conjeturar que as mensagens emitidas aos receptores realmente os levaram ao nacionalismo xenófobo e exacerbado.

Mas, e depois? Nos cenários de guerra criados pelo governo norte-americano, pode-se afirmar que os estímulos da agulha hipodérmica não foram tão eficazes na manipulação da opinião pública?
Apesar de já ter se tornado lugar-comum, é impossível não lembrar da Guerra do Golfo, quando as emissoras de televisão só exibiam o conteúdo permitido pelo governo norte-americano. Mentiras e distorções também aconteceram ali, como no caso das imagens das crianças kuwaitianas torturadas por Saddam Hussein, bem como a omissão do número de iraquianos mortos.


New York Timese Register


O mesmo aconteceu na recente guerra contra o terror. Até hoje se questiona a veracidade das imagens de palestinos comemorando o ataque ao World Trade Center. Todavia, o efeito veio como uma bomba: todo o mundo ocidental enxergou os Estados Unidos como a grande vítima e ofereceu apoio a Washington para o combate.

Seria ingênuo acreditar que a população norte-americana se deixaria levar em massa pela tendenciosidade de um único noticiário ou propaganda. Mas o mesmo não pode ser dito quando a esmagadora maioria dos veículos de comunicação estadunidenses são unilaterais e pró-guerra. Ao oferecer apenas uma opção aos receptores, a mídia os deixa expostos à agulha hipodérmica. O resultado final inclui posicionamento uniforme e adoção da mesma idéia a respeito do assunto. Funcionou uma vez, por que não funcionaria de novo?

O leitor atento viria me lembrar dos movimentos pacifistas ocorridos nas principais cidades do mundo, incluindo Nova York, San Francisco e Chicago. Mas eles estão funcionando? Bush retira suas tropas do Iraque, apenas por causa da "força" da opinião pública? Na verdade, os manifestos remetem mais ao rebelde festival de Woodstock (1969) do que a uma opinião antiguerra fortemente embasada. Virou moda ser pacifista; mas também é normal para o norte-americano voltar para casa e assistir o combate ao vivo pela televisão. Não há grande diferença em relação às guerras passadas.

No atual combate, dos 20 principais jornais norte-americanos, apenas dois se posicionaram contra o ataque ao Iraque – a saber, o New York Times e oRegister. O restante se restringiu a reproduzir a ótica governamental. Em noticiário que mistura propaganda com o fazer jornalismo não é difícil encontrar vítimas da agulha hipodérmica. Reza-se para que, ao menos, esteja esterilizada.

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/gue0204200396.htm

Mídia de Massa X Occupy Wall Street

A reportagem mostra que a mídia pode ficar indiferente para certos acontecimentos e até mesmo noticia-los de forma que traduza apenas sua ideologia. Nesse caso o exemplo é da rede de televisão FOX, notadamente conservadora que ridiculariza o movimento Occupy Wall Street.


Teoria da Comunicação


Teoria da comunicação são estudos acadêmicos que pesquisam os efeitos, origens e funcionamento do fenômeno da Comunicação Social em seus aspectos tecnológicos, sociais, econômicos, políticos e cognitivos. Englobam psicologiafilosofia e sociologia, dependendo do tipo de abordagem e dos objetivos da pesquisa.
Os estudos em Comunicação Social começaram com a crescente popularização das tecnologias midiáticas e seu uso durante as experiências totalitárias da Europa. Em sua primeira fase, concentraram suas atenções sobre as mensagens da mídia e seu efeito sobre os indivíduos; na segunda, enfatizaram o processo de seleção, produção e divulgação das informações através da mídia.

Primeira Fase

Em seus primórdios, os estudos em Comunicação Social dedicaram-se principalmente ao papel e efeito social do rádio, uma vez que este veículo fora a primeira mídia a alcançar proporções e popularidade suficientes para ser caracterizado como meio de comunicação de massa. Além disso, seu alcance o levou a ser amplamente utilizado pelos estados totalitários que emergiram na Europa no período entre-guerras.


Teoria Hipodérmica
Também conhecida como "Teoria dos Efeitos Ilimitados", a Teoria Hipodérmica estudou o fenômeno da mídia a partir de premissas behavioristas. Seu modelo comunicativo é baseado no conceito de "estímulo/resposta": quando há um estímulo (uma mensagem da mídia), esta adentraria o indivíduo sem encontrar resistências, da mesma forma que uma agulha hipodérmica penetra a camada cutânea e se introduz sem dificuldades no corpo de uma pessoa. Daí o porquê de esta teoria também ser conhecida como "Teoria da Bala Mágica", pois a mensagem da mídia conseguiria o mesmo efeito "hipodérmico" de uma bala disparada por uma arma de fogo.
O conceito de "massa" é fundamental para se compreender a abordagem da teoria hipodérmica. Segundo os estudiosos desta corrente, a massa seria um conjunto de indivíduos isolados de suas referências sociais, agindo egoisticamente em nome de sua própria satisfação. Uma vez perdido na massa, a única referência que um indivíduo possui da realidade são as mensagens dos meios de comunicação. Dessa forma, a mensagem não encontra resistências por parte do indivíduo, que as assimila e se deixa manipular de forma passiva.

Teoria da Persuasão
Diferente da abordagem hipodérmica, a Teoria da Persuasão afirma que a mensagem da mídia não é prontamente assimilada pelo indivíduo, sendo submetida a vários filtros psicológicos individuais. Portanto, os efeitos da mídia não seriam de manipulação, mas de persuasão. O modelo comunicativo desta teoria é bastante semelhante ao behaviorista – porém, acrescido de processos psicológicos que determinam a resposta. Tais processos psicológicos são relativos à audiência e à mensagem.
Em relação à audiência, o indivíduo ficará interessado pelos assuntos aos quais estiver mais exposto; além disso, tenderá a consumir as informações com as quais esteja de acordo. Em algumas ocasiões, o indivíduo até mesmo distorcerá o conteúdo das mensagens recebidas, de forma a adequa-las à sua forma de entender a questão.
Em relação à mensagem, o indivíduo a consumirá de acordo com o grau de prestígio e de confiança que depositar naquele que a transmite (o comunicador). Conta também a maneira como os argumentos são distribuídos; se todos ou apenas parte dos argumentos estão presentes; a exposição implícita ou explícita das intenções da mensagem; e o grau de envolvimento do indivíduo com o assunto.

Teoria Empírica de Campo
A Teoria Empírica de Campo ou Teoria dos Efeitos Limitados (nome dado como resposta à Teoria dos Efeitos Ilimitados de Lasswell) baseia suas pesquisas na sociologia, concluindo que a mídia cumpre papel limitado no jogo de influência das relações comunitárias. Em outras palavras, a mídia é apenas mais um instrumento de persuasão na vida social, uma vez que é apenas parte desta.
Dessa forma, a Abordagem Empírica de Campo abandona a relação direta de causa e efeito entre a mensagem e o comportamento do indivíduo. Antes, enfatiza a influência indireta que a mídia exerce sobre o público tal como faria qualquer outra força social (igrejafamíliapartido político etc). O alcance das mensagens midiáticas depende do contexto social em que estão inseridas, ficando sujeitos aos demais processos comunicativos que se encontram presentes na vida social. Neste caso, os filtros individuais pelos quais as mensagens passam seriam de origem muito mais social do que psicológica.

Teoria Funcionalista
A Teoria Funcionalista estuda as funções exercidas pela mídia na sociedade, e não os seus efeitos. Em lugar de pesquisar o mero comportamento do indivíduo, estuda-se a sua ação social enquanto consumidor de valores e modelos que se adquire comunitariamente. Seus métodos de pesquisa distanciam-se dos métodos da teoria Hipodérmica, Empírico-Experimental e de Efeitos Limitados por não estudar a mídia em casos excepcionais, como campanhas políticas, mas em situações corriqueiras e cotidianas.

Teoria Crítica
Inaugurada pela Escola de Frankfurt, a Teoria Crítica parte do pressuposto das teorias marxistas e investiga a produção midiática como típico produto da era capitalista. Desvendam assim a natureza industrial das informações contidas em obras como filmes e músicas: temas, símbolos e formatos são obtidos a partir de mecanismos de repetição e produção em massa, que tornam a arte adequada para produção e consumo em larga escala.
Assim, a mídia padroniza a arte como faria a um produto industrial qualquer. É o que foi denominado indústria cultural. Nesta, o aspecto artístico da obra é perdido. O imaginário popular é reduzido a clichês. O indivíduo consome os produtos de mídia passivamente. O esforço de refletir e pensar sobre a obra é dispensado: a obra "pensaria" pelo indivíduo.

Teoria Culturológica
A Teoria Culturológica parte de uma análise à Teoria Crítica e desenvolve assim um pressuposto diferente das demais teorias. No lugar de pesquisar os efeitos ou as funções da mídia, procura definir a natureza da cultura das sociedades contemporâneas. Conclui assim que a cultura de massa não é autônoma, como pretende as demais teorias, mas parte integrante da cultura nacional, religiosa ou humanística. Ou seja, a cultura de massa não impõe a padronização dos símbolos, mas utiliza a padronização desenvolvida espontaneamente pelo imaginário popular.
cultura de massa atende assim a uma demanda dupla. Por um lado, cumpre a padronização industrial exigida pela produção artística, por outro, corresponde à exigência por individualização por parte do espectador. É o que se define como sincretismo. Os produtos da mídia transitam entre o real e o imaginário, criando fantasias a partir de fatos reais e transmitindo fatos reais com formato de fantasia.

Segunda Fase

Teoria do Agendamento
A Teoria do Agendamento estuda o poder de agenda dos meios de comunicação, ou seja, a capacidade que estes possuem para evidenciar um determinado assunto. Para isso, investiga a importância da mídia como mediadora entre o indivíduo e uma realidade da qual este se encontra distante. O Agenda Setting é referido como uma "hipótese" devido às dificuldades metodológicas impostas por suas premissas e conclusões.

Gatekeeper
Os estudos sobre os gatekeepers ("guardiões do portão") analisam o comportamento dos profissionais da comunicação, de forma a investigar que critérios são utilizados para se divulgar ou não uma notícia. Isso porque estes profissionais atuariam como guardiões que permitem ou não que a informação "passe pelo portão", ou melhor, seja veiculada na mídia. A decisão de publicar algo ou não publicar depende principalmente dos acertos e pareceres entre os profissionais, que estão subordinados a uma cultura de trabalho ou uma política empresarial e ainda aos critérios de noticiabilidade. E que não raro exclui o contato com o público.

Newsmaking
Segundo Mauro Wolf, o conceito de newsmaking diz respeito ao profissional jornalista que dentro da empresa atua como editor. É aquele que é responsável pela configuração final da página (quando no jornal impresso) ou da sequência das notícias, bem como daquelas que serão manchetes. É um sujeito que fabrica a realidade porque, tendo incorporado os critérios universais de seleção daquilo que distingue fatos de acontecimento, vai selecionar de acordo com a seleção já determinada pelas agências de notícias. O editor - que é um gatekeeper ao selecionar - fabrica o que vai ser notícia. O jornalismo de massa, ou o jornalismo produzido pela indústria cultural, é um jornalismo que serve aos interesses do capital e é produzido para reproduzir comportamentos e não para informar, no sentido que esperava-se do jornalismo. Isto porque quem mantém um jornal, geralmente está ligado a interesses comerciais de alguma empresa, grupo econômico, ou também tem relações implícitas com o Estado ou representantes de elites econômicas.

Fonte: WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 1995.

sábado, 30 de março de 2013

Charges Maurício Ricardo. Assim é o nos país.

A PERSUASÃO E A CONSTRUÇÃO DA AUTOIMAGEM NO DISCURSO POLÍTICO-MIDIÁTICO.

SABER É PODER!

A relação entre os discursos político e midiático

         Segundo Charaudeau, o político possui uma dupla identidade discursiva, pois 
ele tem de convencer a todos da pertinência de seu projeto político e fazer com que o 
maior número de cidadãos possível adira a seus valores. Diante desta duplicidade, há a 
diferença entre o conceito político (que é o posicionamento ideológico) e a prática 
política (que é o lugar das estratégias de gestão do poder, ou seja, o sujeito no processo 
comunicativo).
          Diante dessa dupla identidade discursiva, o autor diz que, no discurso político, 
a interlocução é feita nas seguintes vozes: a do Eu-nós (“Irei trazer mais verbas para a 
saúde, para que nossas famílias possam usufrui-la”); para o Terceiro (o adversário –
“Ele não investiu dinheiro na educação”); do Eu (típica forma da promessa – “Eu 
prometo que...”), e para o Tu-todos, que, segundo ele, é a voz do coletivo (“Com o seu 
voto, faremos um país melhor”). As frases mencionadas são exemplos comuns do 
discurso político em qualquer lugar do planeta.

Patrick Charaudeau: “As estratégias do discurso político” Professor da Universidade de Paris XIII e diretor fundador do Centro de Análise do Discurso (CAD).



O texto jornalístico metalinguístico na imprensa brasileira.

VALE A PENA SABER!
                POIS, SE LEIO LOGO EXISTO!

            A Folha de S. Paulo é hoje o único jornal brasileiro que tem ombudsman em sua redação.
Outros jornais também tinham este profissional atuando até há pouco tempo, mas agora eliminaram essa
função. Não é possível definir as causas pelas quais os outros veículos de comunicação excluíram esse quadro do seu expediente, mas é possível imaginar. A presença do ombudsman dá credibilidade ao veículo de comunicação, porém constitui atividade profissional que não tem muito significado dentro da empresa
jornalística atual, a qual, como qualquer outra empresa, está inserida no sistema capitalista e, portanto,
atrelada aos interesses econômicos, políticos, sociais e culturais daí decorrentes.

 Ombudsman: Profissional contratado pra fazer críticas.

No link que segue você encontra a continuação deste texto...

http://celsul.org.br/Encontros/06/Individuais/05.pdf

sexta-feira, 29 de março de 2013

A PSICOLOGIA GANHA IMPORTÂNCIA JUNTO AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA


Profissionais da mídia conhecem mais psicologia que o próprio psicólogo, mas isso é fácil de entender. O psicólogo é o profissional que trabalha com a psicologia, certamente é o mais competente e indicado. Mas, no caso da mídia, o profissional que entende daquele assunto é outro.

O publicitário produz um bom comercial, não só por conhecer as técnicas desenvolvidas pela propaganda, mas por conseguir “captar” a subjetividade das pessoas as quais pretende alcançar.

As agências de publicidade – que constituem o mercado de trabalho mais desenvolvido para o psicólogo especializado em mídia – contratam-no para analisar qualitativamente as peças publicitárias ainda em processo de produção. Mesmo não tendo as mesmas habilidades de um profissional de publicidade para produzir um comercial, o psicólogo vem se tornando o profissional que assessora o setor de criação, ocupando cada vez mais espaços na mídia.

Fonte: BOCK, Ana M. Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Aria de Lourdes Trassi. Psicologias - Uma Introdução ao Estudo da Psicologia 13ª ed. São Paulo: Saraiva 1999.

E ENQUANTO ISSO... NA REDE MUNDIAL DE COMUNICAÇÂO...

http://thirinhas.wordpress.com/2009/10/

quinta-feira, 28 de março de 2013

A MÍDIA TEM UM PODER DE INFLUÊNCIA TÃO GRANDE QUE NOS TORNARMOS SERES "PRÉ-HISTÓRICOS" A PONTO DE SERMOS MANIPULADOS MUITAS VEZES PELA MESMA.


A PROGANDA E O CONTROLE DA SUBJETIVIDADE.

Não se enganem a psicologia da persuasão esta mais presente nas nossas propagandas diárias do que podemos perceber e é graças a ela que uma simples frase como "COMPRE BATOM" ou "Coca Cola para todos" Tornarem se algumas DAS MAIS CÉLEBRES E ATÉ HOJE EXEMPLO do IMPERATIVO BEM SUCEDIDO no marketing empresarial. Fonte do titulo: BOCK, Ana Mercês Bahia. (Psicologias : Uma introdução ao Estudo de Psicologia)

quarta-feira, 6 de março de 2013

Subjetividade é o mundo de ideias, significados e emoções construído internamente pelo sujeito a partir de suas relações sociais, de suas vivências e de sua constituição biológica; é, também, fonte de suas manifestações afetivas e comportamentais.
Fonte: BOCK, Ana Mercês Bahia